Coleção completa de imagens do bairro, dividida em várias páginas: http://bit.ly/fotosjaguare

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Conhecendo a Comunidade e suas Vizinhancas

Conhecendo a Comunidade e suas Vizinhanças

Esta seção aborda um pouco da história do bairro e de seus arredores. Começaremos pelo município vizinho de Osasco, que recebe esse nome em homenagem à terra natal de seu fundador, o italiano Antônio Agu. 

Mas sabemos muito bem que a história de um local não começa com quem chega de fora, mas com quem ali já estava.  Veja um pouco da história anterior e posterior, segundo a Wikipedia:


Período Pré-Colombiano

Inúmeras tribos indígenas do tronco tupi-guarani habitavam a região desde o período pré-cabralino.


 Período Colonial

O primeiro núcleo de povoamento de colonizadores foi a vila de Quitaúna, fundada no século XVII, onde residiu o bandeirante Antônio Raposo Tavares e onde supostamente estaria enterrado. A vila de Quitaúna foi esvaziada no século XVIII com a descoberta do ouro em Minas Gerais.

Na região onde hoje se situa Osasco e em seus arredores existiam vários sítios e chácaras. Próximo às margens do Rio Tietê, no século XIX, havia uma aldeia de pescadores e também grandes fazendas. Uma delas foi vendida ao italiano Antonio Agu, um imigrante que começa a história da cidade.


 Período Moderno

Antonio Agu foi proprietário de vários negócios e terras na região e, em 1887, comprou uma gleba de terra no quilômetro 16 da Estrada de Ferro Sorocabana. Por volta de 1890, resolveu ampliar sua pequena olaria e convidou para sócio o Barão Sensaud de Lavaud. A olaria que fabricava tijolos e telhas passou a produzir também tubos e cerâmicas, dando origem à primeira indústria da cidade.

Após outras iniciativas, em 1895, Agu construiu a estação ferroviária, erguendo várias casas nos arredores para abrigar os operários que chegavam para realizar a obra.

Os dirigentes da estrada de ferro quiseram batizar a estação com o nome do principal empreendedor da região, mas Antonio Agu pediu que a homenagem não fosse dada a ele e sim à sua vila natal da Itália: Osasco.

Daí por diante Osasco, como a região passou a ser conhecida, não parava de crescer, muitas pessoas conhecidas do comércio e diversas indústrias importantes se instalaram por lá. Para operar as máquinas dessas indústrias foi contratada mão-de-obra imigrante.

Os imigrantes vinham principalmente da Itália, Espanha, Portugal, Alemanha e Irlanda. Com o aumento da população de operários, tornou-se possível também o desenvolvimento do comércio, desenvolvido principalmente pelas colônias armênia ,libanesa e judia. Na zona rural, muitos imigrantes japoneses plantavam verduras e legumes. Essa mistura de imigrantes marca as primeiras populações do atual município.

Foi em Osasco que aconteceu o primeiro vôo da América Latina, pelo jovem entusiasta Barão Dimitri Sensaud de Lavand.


 Emancipação

Osasco cresceu tanto em população quanto comercialmente, até então era subdistrito da cidade de São Paulo. Em 1952 surgiram as primeiras manifestações pela emancipação. O movimento emancipacionista sofreu muitas contraposições e empecilhos, mas finalmente após um plebiscito conturbado, em 19 de fevereiro de 1962, Osasco tornou-se um município.

No ano seguinte, o Banco Brasileiro de Descontos (atualmente denominado Bradesco), sediado na Cidade de Deus, bairro de Osasco próximo à divisa com São Paulo, organizou e colocou em operação a Companhia Telefônica Suburbana Paulista - Cotespa. A nova companhia inicialmente proveu o novo município de três mil terminais telefônicos, que operavam com o prefixo 48. A COTESPA foi incorporada à Telesp em 1974.

A área do município de Osasco foi gradativamente subdividida em novos centros telefônicos - Rochdale, Santo Antônio, Quitaúna e Menck, além da área central.


Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Osasco (pesquisado em 08/07/2010)

 
A Câmara Municipal de Osasco dispõe de um site completo sobre a história de Osasco em detalhes:

Conheça sobre Osasco italiano (terra natal de Antônio Agu) no link oficial (em italiano):

domingo, 27 de junho de 2010

Cerceamento da liberdade de circular

Ultimamente muito fala-se sobre o fechamento de ruas, transformando o patrimônio público em bem privado, independentemente de ideais nobres ou não. Mas nada fala-se sobre o fechamento quase que mensal (senão semanal) de vias de grande tráfego para corridas das mais diversas modalidades: pedestres, bicicletas, carros, motos, atletas e até mesmo cachorros.

Quem vive ou transita pelo bairro do Jaguaré aos domingos de manhã vê-se, de certa forma, cerceado de circular pela avenida e ponte do Jaguaré, grandes vias estratégicas de circulação. O argumento de que domingo antes das nove horas da manhã o trânsito não é prejudicado não justifica, em nenhuma hipótese, o fechamento de vias importantes ao tráfego. De certa forma, é uma afronta ao dispositivo constitucional de liberdade de locomoção em tempos de paz.
Pior ainda é o fato de que essas corridas são quase sempre promovidas por uma grande rede de televisão, que possui a sede de sua editora na mesma avenida Jaguaré. Isso não seria transformar o patrimônio público em um bem privado, cerceando a liberdade de locomoção, mesmo que por algumas horas e em momento que supostamente não prejudica o trânsito?!?

Com a palavra, nossos administradores públicos (será que são públicos mesmo?).

Em tempo: o mato do canteiro central das avenidas Jaguaré e Kenkit Shimomoto foi aparado recentemente, após muitas reclamações. Será que tem algo com a corrida deste domingo, dia 27/06/2010? Sempre que há corridas por aqui, o mato é aparado; quando não há, nada é feito.

sábado, 26 de junho de 2010

Comunidade Viva - Vinculos Educativos

Neste sábado, 26 de junho de 2010 foi reposta, no CEU EMEF Jaguaré, a aula do dia 25/06/2010, por ocasião do Jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo (aula suspensa conforme determinação, via decreto, do Sr. Prefeito). Mais do que reposição, tivemos um lindo exemplo de construção e fortalecimento de vínculos dos alunos para com a Escola (e vice versa).

Alunos de quinta a oitava série participaram de um campeonato - antes das 08 horas da manhã já esperavam ansiosamente na portaria do CEU.

Alunos de primeira a quarta série participaram de uma animada caça ao tesouro, buscando de forma participativa e colaborativa (pequenos e grandes juntos) pelas pistas. Vibravam a cada pista descoberta e, sobretudo, quando acharam a chave que abre o cofre do tesouro. Compatilharam de dois tesouros: o da colaboração e participação (ao buscarem pelas pistas) e o tesouro que estava dentro do cofre (balas e pirulitos). Terminada a caça ao tesouro, todos puderam brincar alegremente no pátio, junto com os colegas e educadores.

Isto tudo fortalece os vinculo entre Comunidade e Escola, atualizando a prática de um grande educador do século XIX, o qual antecipou muita coisa que ainda ensaiamos em pleno século XXI:

"Que os jovens não sejam amados, mas que eles próprios saibam que são amados... Que, sendo amados nas coisas que lhe agradam, aprendam a ver o amor nas coisas que naturalmente pouco lhe agradam..." 
(João Melchior Bosco, conhecido por Dom Bosco - leia seu testamento espiritual e pedagógico em uma de suas cartas, disponibilizada no link: http://pazeduca.pro.br/dombosco/?page_id=48).


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